Mercado livre de energia cresce 40% ao ano nos últimos 7 anos e promete atrair ainda mais empresas no Brasil
2W Energia acredita que a escolha da fonte de
energia, atrelada a sustentabilidade e tecnologia, são o futuro do consumo
entre as pequenas e médias empresas.
São
Paulo, novembro de 2022 – Para muitas pessoas o mercado livre de
energia é um termo ainda desconhecido ou que gera muitas dúvidas, mas que no
Brasil vem crescendo exponencialmente nos últimos anos. Mercado livre de
energia, basicamente, é um ambiente de contratação onde as empresas podem
firmar contratos de compra de energia e negociar livremente as condições
comerciais, assim como de oferta, entre outros.
De 2015 para 2021 houve
um crescimento de 40% ao ano de entrantes no mercado livre de energia, que
passou de 4 mil unidades consumidoras para 30 mil, o que representa,
atualmente, 38% do total de energia consumida no Brasil.
No entanto, esse número
corresponde a menos de 0,01% dos consumidores brasileiros, tendo em vista que o
Brasil tem cerca de 90 milhões de consumidores, considerando residências. Ou
seja, atualmente quem está no mercado livre são as grandes empresas
consumidoras de energia, os chamados eletrointensivos.
“O mercado livre já
existe desde 1995, com a lei 9.074, mas, de fato, nos primeiros 15 a 20 anos
foi destinado apenas para as grandes empresas. De 2015 para cá, houve esse
crescimento porque as médias empresas no Brasil começaram a perceber como
entrar para o mercado livre, trazendo competitividade nessa livre negociação da
compra de energia, além de atrelar valores de sustentabilidade e redução de
gases de efeito estufa, ao optar pelo uso de energia renovável", afirma
Danilo Lima, diretor de inteligência de mercado e marketing da 2W.
Mudanças no setor
elétrico brasileiro
Atualmente, o Brasil
tem um pequeno número de empresas no mercado livre, que transacionam grande
volume de energia. Mas esse cenário irá mudar. Um estudo realizado pela
Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia Elétrica (ABRACEELl)
prevê que a abertura do mercado livre de energia, também conhecido como
Ambiente de Contratação Livre (ACL), tenha um potencial de gerar, até 2035, R$
210 bilhões de redução nos gastos com energia elétrica, 642 mil novos empregos
e um desconto médio de até 27% na compra de energia.
Hoje, em torno de 70
mil empresas já poderiam aderir ao mercado livre de energia, entre pequenas e
médias. “Esse é o papel da 2W: levar empresas que estão comprando da
distribuidora local para o mercado livre. Deixar todo o processo mais confiável
e prático, apresentando os ganhos para cada negócio”, disse Danilo.
Há dois meses, no
dia 28 de setembro, o Ministério de Minas e Energia publicou uma portaria em
que amplia o número de empresas que podem aderir ao mercado livre. A partir de
janeiro de 2024 os critérios técnicos de demanda contratada, da parte de
conexão com a distribuidora, reduzirão. Ou seja, todas as empresas conectadas
em alta e média tensão poderão entrar no mercado livre, o que representa um
pouco mais de 100 mil empresas qualificadas para entrar no mercado livre.
Já no dia 30 de
setembro, o MME lançou consulta pública para que em 2026 todos os consumidores
que sejam comerciais ou industriais e conectados em qualquer tensão possam
acessar o mercado livre de energia. São aproximadamente 7 milhões de empresas.
E para 2028, a consulta é para a ampliação para que todos possam acessar,
incluindo unidades residenciais e rurais, que somam mais de 80 milhões de
consumidores.
“Iremos passar por dois
grandes momentos de abertura de mercado. É uma grande oportunidade da
tecnologia estar presente para que as empresas fornecedoras e comercializadoras
consigam atender um público que até então era restrito a 30 mil consumidores”,
afirma Danilo.
Energia e
tecnologia
A eficiência energética
terá um salto nas aplicações de conectividade e medição. A partir do momento
que o consumidor tem um medidor que mede cada variável de vários equipamentos e
gera volumetria de dados e indicadores, ele pode otimizar equipamentos e trazer
melhorias nos processos, como fazer manutenção preventiva das máquinas.
“O mercado de
eficiência energética está em alta. O consumidor industrial já sabe que para se
manter competitivo é preciso controle total sobre a energia utilizada. A
eficiência energética serve para reduzir consumo, mas até para a parte de
manutenção. Tudo sendo habilitado pela conectividade. Sai mais barato, já que
com grande volume de dados sendo avaliados, o consumidor pode se antecipar”,
conclui Danilo.
O parque eólico de Anemus
(RN) será conectado via OPGW. Serão mais de 9 km de extensão de cabos de
14,40MM de diâmetro para interconexão dos parques, garantindo toda segurança
contra descargas elétricas e velocidade de dados de comunicação. A 2W firmou
contrato com a Way2 de forma a integrar todo o escopo voltado à gestão e
operação de medição dos parques.
Além disso, a 2W já
oferece telemetria inteligente, gestão do uso da energia em tempo real e
dashboard dinâmico e 100% digital.
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Sobre a 2W
A 2W está democratizando o acesso à energia renovável no Brasil com soluções inovadoras, tecnológicas e disruptivas. Com dois parques eólicos em construção, no Rio Grande do Norte e no Ceará. Sua estratégia multicanal inclui a maior plataforma de venda do setor elétrico, com mais de 1.600 consultores, presentes em todos os estados brasileiros. A empresa oferece soluções inovadoras com interface digital, telemetria, eficiência energética e serviços como a fintech 2W Ecobank, que conecta energia, finanças e sustentabilidade. A 2W é a Segunda Onda do Setor Elétrico e leva informação para ajudar a sociedade a alcançar um consumo mais consciente, limpo e inteligente.
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