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Estudantes de Direito vivenciam Júri Simulado sobre caso de homicídio

Discentes passaram por todas as etapas de um julgamento até o veredito final   
Os alunos do curso de Direito da Universidade Guarulhos (UNG), campus Itaquaquecetuba, participaram de uma sessão de Júri Simulado. Ela foi realizada no Palácio da Justiça, sede do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). A atividade teve como caso o assassinato de um homem, cometido pela própria esposa. 
A simulação contou com a participação dos estudantes do primeiro ao décimo semestre do curso de Direito e a presença da juíza da 1ª Vara Criminal de Itaquaquecetuba, Érica Pereira de Souza, que presidiu a sessão do tribunal. A iniciativa proporcionou aos alunos a experiência prática das etapas de um julgamento e eles aplicaram os conhecimentos adquiridos em sala de aula. 
O coordenador do curso de Direito da UNG Itaquá, Sérgio Ruiz, destacou que a atividade representou uma importante ferramenta de aprendizado. “O Júri Simulado vai muito além de uma encenação. Essa prática funciona como um estudo real dentro de uma instituição histórica, onde passaram diversos casos conhecidos nacionalmente pelo público. Foi uma experiência valiosa, principalmente para quem deseja atuar na área penal. Além disso, durante o evento, os estudantes desenvolveram competências essenciais. Por exemplo, oratória, exposição de argumentos e desenvoltura diante dos jurados do Conselho de Sentença”, completou.   
Para o estudante Douglas Gama, estar presente no simulado do julgamento de um homicídio foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica. “A imersão prática no Tribunal de Justiça me possibilitou aplicar a teoria de forma clara. Foi uma vivência gratificante”, frisou.  
Os discentes atuaram como promotores de Justiça, advogados de defesa e acusação, testemunhas e ré. O veredito final do julgamento foi a condenação da acusada pelas três qualificadoras previstas em lei: recurso que dificultou a defesa da vítima, motivo torpe e meio cruel. 
O coordenador do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) da Universidade, Marcos Paulo Delgado, comentou que a atividade proporcionou um momento único aos alunos. “A prática jurídica penal é essencial para o desenvolvimento dos estudantes. E a confiança e vontade deles em aprender resultou em uma dinâmica enriquecedora para todos”, concluiu. 

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