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Como a Libbs está redesenhando o futuro do trabalho baseado em autonomia e confiança, em um mundo sem fronteiras

Modelo adotado pela farmacêutica permite atuação remota no Brasil e no exterior

sem abrir mão de produtividade, alinhamento e cultura organizacional

 

São Paulo, julho de 2026 – Em meio aos debates sobre os modelos de trabalho que devem prevalecer nos próximos anos, a Libbs tem consolidado uma estratégia baseada em flexibilidade responsável, autonomia e foco em resultados. A farmacêutica brasileira vem desenvolvendo práticas que permitem a atuação de colaboradores em diferentes regiões do país e do exterior, mantendo alinhamento às prioridades do negócio e fortalecendo a cultura organizacional.

Desde a criação da Norma de Residência no Exterior, em 2022, 51 colaboradores já participaram do programa que permite que profissionais de áreas administrativas morem fora do Brasil mantendo vínculo empregatício e benefícios. Somente em 2025, 16 profissionais trabalharam remotamente a partir de outros países.

Para a companhia, a flexibilidade faz parte da cultura de confiança, autonomia e responsabilidade e acontece dentro de diretrizes que atendem às necessidades dos nossos clientes e garantem o bom funcionamento das operações. A empresa adota um modelo que permite adequações pontuais de jornada e combinações alinhadas entre colaboradores e lideranças, respeitando as necessidades operacionais de cada área.

“Esse modelo existe para apoiar as pessoas na conciliação entre demandas profissionais e pessoais, sem perder de vista as necessidades do negócio, dos clientes e das equipes. Mais do que definir onde o trabalho acontece, buscamos criar condições para que ele seja realizado com responsabilidade, autonomia e foco em resultados”, afirma Henrique Padial Ferri Holzhausen, diretor de Processos, Sistemas e Pessoas da Libbs.

 

Produtividade além das fronteiras

A experiência da empresa demonstra que produtividade e presença física já não são conceitos necessariamente ligados. Atualmente, além dos profissionais que atuam fora do Brasil, a Libbs conta com equipes distribuídas em diferentes regiões do país. Até o fim de 2025, 870 colaboradores administrativos residiam na região metropolitana de São Paulo, 171 no interior e litoral paulista e outros 99 em diferentes estados brasileiros.

Segundo a companhia, o principal desafio não está na distância geográfica, mas na qualidade da liderança e dos processos de gestão. “A distância não substitui a gestão — ela exige mais qualidade de gestão. Times distribuídos funcionam quando existe clareza de objetivos, ritos consistentes, comunicação estruturada e acompanhamento próximo das lideranças", explica Henrique.

Mesmo atuando fora do país, os profissionais mantêm suas atividades alinhadas ao horário comercial de Brasília, participando normalmente de reuniões, projetos e iniciativas corporativas. O objetivo é garantir que a experiência internacional não comprometa a integração com as equipes e a cultura organizacional.

Para sustentar esse modelo, a Libbs investe em ferramentas de desenvolvimento de lideranças e acompanhamento de equipes, como a Mentalidade de Excelência (MentEx), iniciativa que reúne indicadores, pesquisas de liderança e conversas individuais para fortalecer a gestão de pessoas em ambientes híbridos e distribuídos.

“Acreditamos que o senso de pertencimento é construído diariamente por meio das relações, das conversas e da conexão com um propósito comum. Em um mundo cada vez mais conectado e sem fronteiras, o futuro do trabalho passa pela construção de relações maduras entre pessoas e organizações, fundamentadas em confiança, diálogo e foco em resultados sustentáveis”, conclui o executivo.

O papel da liderança em equipes distribuídas

“Times distribuídos funcionam quando existe clareza de objetivos, ritos consistentes, comunicação estruturada e acompanhamento próximo das lideranças”, explica o executivo.

Na avaliação da Libbs, autonomia e flexibilidade precisam estar acompanhadas de alinhamento contínuo e definição clara de prioridades. “Acreditamos que o engajamento sustentável é construído no dia a dia, por meio de fatores estruturais como um ambiente de trabalho seguro física e psicologicamente, relações de confiança, clareza de expectativas, boas condições de trabalho, remuneração e benefícios competitivos, além de oportunidades de desenvolvimento e crescimento”, afirma Henrique. São esses elementos que sustentam o pertencimento e o compromisso das pessoas no longo prazo.

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