César Mello é sucesso no palco e na TV
O ator divide atualmente o seu tempo entre o teatro musical - Mudança de Hábito e a novela Babilônia.
Atualmente interpreta Tadeu - Dono do bar que é ponto de encontro no morro da Babilônia. Administra o negócio, cozinha de sol a sol e ainda cria a duras penas os irmãos mais novos. O ator também está em cartaz com - Mudança de Hábito, interpretando o vilão Curtis Jackson.
Curiosidades:
Estreou na TV como apresentador do programa "Telecurso 2000" e do programa do Sesi "Cozinha Brasil".
Foi contratado pela secretaria de saúde do RJ como ilustrador para confeccionar postais em comemoração ao projeto no Complexo do Alemão pós-pacificação. Os desenhos foram feitos baseados nas experiências das crianças do Coral "Liga dos Cantantes" onde César, além de compor músicas para o coral, (músicas com as quais receberam o príncipe Harry em sua visita ao Brasil), ele também dedicou o seu tempo como voluntário.
César gosta de praticar corrida e utiliza a bicicleta como meio de transporte já a 5 meses na cidade de São Paulo testando as falhas e progressos das faixas para ciclistas disponíveis na cidade. Nos momentos de lazer gosta de ler, ir ao cinema, fazer passeios de bicicleta no parque Ibirapuera ou assistir séries no netflix (atualmente está ligado em House of Cards e Modern Family).
Namora a atriz, Renata Vilela, se conheceram nos ensaios do espetáculo Musical da Broadway O Rei Leão. César Mello interpretava o Rei Mufasa e Renata a Rainha Sarabi. "Tínhamos sempre alguns minutos de conversa ao pé da pedra antes de começar o espetáculo, minutos que se tornaram cada vez mais preciosos. Fomos descobrindo ali que tínhamos algo muito especial e forte" diz César Mello.
Breve Histórico sobre a profissão:
César Mello entrou na Faculdade Hebraico Renascença para seguir o curso de Letras, curso que finalizou com sucesso e foi considerado pela faculdade o melhor aluno nas provas finais. Iniciou no mesmo período da faculdade o curso livre de teatro na cidade de Barueri ministrado pela atriz Nana Pequini. Sua primeira montagem foi "O Bem Amado" interpretando o protagonista Odorico Paraguaçu. Imediatamente foi convidado pelo diretor Marcelo Airoldi para a montagem de "Macário" onde interpretou o personagem título. Ganhou prêmio de melhor ator no mapa cultural paulista (2004). No ano seguinte ganharia o prêmio de Melhor Ator no IX Festival de Teatro de Piedade pelo monólogo "Café com Torradas".
Sua primeira oportunidade em telenovelas foi fornecida pelo autor Manoel Carlos e pelo diretor Jaime Monjardim que confirmaram sua participação na novela "Viver a Vida" (2009/2010) interpretando Ronaldo, proprietário e administrador de uma pousada em Búzios. Sua interpretação chamou a atenção dos produtores de elenco Márcia Andrade e André Reis que o indicaram para a novela "Lado a Lado"(2012) para interpretar Chico, um marinheiro e capoeirista. César Mello ganhou o papel, surpreendeu os autores que aumentaram o papel do personagem na trama e ainda protagonizou uma cena histórica na telenovela brasileira, a cena do jogador de futebol no início do século XX excluído por ser negro que, para ganhar um lugar no time, se pinta de pó de arroz para se passar por branco. Por este trabalho, arrancou elogios da crítica e dos profissionais da casa.
Enquanto isso ganhava espaço também no teatro. Após interpretar Tribo, Trio Black Boys e Hud no elogiado musical "Hair" (2010/2011) de Charles Muller e Claudio Botelho, César ganhava seu primeiro grande personagem em musicais e foi confirmado para o papel de Mufasa no Musical da Disney "O Rei Leão". O espetáculo ficou dois anos em cartaz e ultrapassou todos os números do Teatro Renault se tornando, assim como já é no mundo, o musical de maior sucesso já feito também no Brasil. Ainda em 2013 é escalado para a novela "Sangue Bom" para interpretar Arthur Bicalho, um professor de Direito Ambiental e presidente da ONG - Salve a Cantareira.
Desde criança César Mello tinha uma grande necessidade de se comunicar e desde cedo apresentou aptidões para o canto, escrita e para o desenho. O teatro e a faculdade de Letras, iniciado ambos as 19 anos, vieram quase que como uma necessidade de aprimorar essas aptidões e se profissionalizar.

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