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De Norte a Sul, Fibracem se impõe como principal força da infraestrutura óptica no Brasil

Com projetos em vários estados brasileiros, fabricante combina engenharia personalizada, redes pré-conectorizadas e escala para atender às diferentes demandas de provedores regionais e grandes operadoras.

De provedores regionais a grandes operadoras, a expansão da infraestrutura de telecomunicações no Brasil tem exigido, nos últimos anos, mais do que o fornecimento de equipamentos. Em um mercado pressionado pelo crescimento do consumo de dados e pela necessidade de acelerar a conexão de novos clientes, fabricantes capazes de desenvolver soluções sob medida passaram a ocupar uma posição estratégica.

Do Norte ao Sul do país, esse movimento vem sendo traduzido em projetos de diferentes escalas. No Pará, por exemplo, a Wlan Fibra, integrante da holding W.A. Telecom, redesenhou sua infraestrutura para deixar para trás o limite de uma rede dimensionada para cerca de 40 mil assinantes e avançar em direção a uma estrutura preparada para atender até 256 mil conexões. Do outro lado do país, no Paraná, a Ligga Telecom vem conduzindo uma etapa de expansão que tem resultado na implantação de milhares de pontos de acesso e quilômetros de rede óptica.

Nos dois casos, o ponto central das operações tem sido um: a Fibracem. “Os projetos mostraram que a expansão bem-sucedida de uma infraestrutura não ocorre apenas por meio da ampliação do espaço, mas também da capacidade de adaptar esses empreendimentos às reais necessidades do cliente”, afirma Eryck El-Jaick, COO da fabricante. Esse movimento tem colocado a companhia entre as principais do país no segmento.

A mudança não representa apenas ampliações físicas ou o atendimento a uma demanda crescente. No caso da Wlan, o plano era criar as condições ideais para competir em um mercado cada vez mais próximo dos padrões das grandes operadoras nacionais, sem abrir mão da sustentabilidade da operação.

Para chegar ao objetivo, foi necessário colocar a engenharia da Fibracem à disposição da Wlan para adaptar cada elemento do projeto à realidade da provedora.

“Buscamos um parceiro que pudesse ir além de um simples fornecedor de produtos, mas um aliado capaz de oferecer durabilidade e robustez de materiais, bem como apoio na transição para tecnologias de grande porte e flexibilidade suficiente para moldar a nossa infraestrutura de data centers às nossas reais necessidades. E a Fibracem ocupou exatamente esse espaço”, afirma Markus Alves, diretor técnico da holding W.A. Telecom.

Já no Paraná, a Ligga Telecom enfrentava um desafio semelhante, mas em outra dimensão: acompanhar o aumento vertiginoso da demanda sem promover grandes alterações na infraestrutura existente. Com isso, a missão da Fibracem foi colaborar para dar mais celeridade ao atendimento, sem ampliar, na mesma proporção, a complexidade da operação.

“A implantação da rede PRECON trouxe mais agilidade operacional, padronização técnica e eficiência para a expansão da nossa infraestrutura. Isso tem impactado diretamente a velocidade de atendimento ao cliente, reduzindo falhas operacionais e melhorando a experiência do usuário final”, afirma Humberto Sartini, gerente executivo de Engenharia e TI da Ligga Telecom. Atualmente, a operadora realiza cerca de 5 mil novas instalações por mês utilizando a infraestrutura implantada.

Embora estejam em regiões distintas e atendam a desafios diferentes, os projetos da Wlan Fibra, no Pará, e da Ligga Telecom, no Paraná, revelam a amplitude das demandas do mercado de telecomunicações nas cinco regiões do país.

“Essa capacidade de transformar desafios específicos em infraestrutura sob medida não só aumenta a eficiência operacional, como prolonga o tempo de vida dos equipamentos e contribui para transformar a expansão da rede em crescimento sustentável”, conclui Eryck El-Jaick.

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