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Fazer ou não fazer uma segunda graduação?

Abril 2017 - Os motivos que levam alguém a optar uma segunda graduação podem ser vários. Mas será que a opção é realmente válida?

A falta de identificação com a primeira formação é um dos motivos. Nesses casos vale a pena se questionar se todas as possibilidades de atuação dentro da profissão já foram testadas. “O início da carreira geralmente é um passo bem complicado, é um mundo novo, e muitas vezes a adaptação não ocorre de forma imediata, portanto, o profissional deve pensar que ao iniciar em outro ramo, ele terá que novamente passar por todo esse processo também”, afirma Patrícia Pimentel, Diretoria Executiva do Portal Bolsas de Estudo. Se a pessoa chegou a conclusão que já tentou tudo e mesmo assim não se identifica naquela área, realmente vale cursar uma nova faculdade.

A busca por uma área correlata com o intuito de ampliar o campo de atuação também é um dos maiores motivos para a busca pela segunda graduação. Alguém, por exemplo, faz jornalismo e agora decide fazer letras para ampliar suas chances de mercado.
Neste caso, especialistas defendem que a complementação de uma profissão deve ser feita através de uma pós-graduação. “Se a ideia é aumentar as chances no mercado, o ideal é fazer uma pós-graduação, tendo em vista que a especialização é mais valorizada pelo mercado corporativo”, afirma Patrícia. No entanto é preciso considerar quais são os níveis de afinidade entre as duas graduações e exatamente qual área se pretende atuar.

A dica é que antes de fazer uma mudança radical, o profissional pode optar por fazer cursos livres ou estágios em áreas que acredita haver identificação, pois às vezes as oportunidades vão surgir a cada nova oportunidade que se abre, a cada contato feito e ficará muito mais fácil decidir qual será o caminho a ser seguido.

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