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Centrar a própria vida evolui à conquista

Palestrante, escritora e pesquisadora do universo feminino, Alice Schuch
Divulgação
A capacidade de análise sobre as individuais responsabilidades existenciais e sociais que cada um tem além da família, da mãe, do pai, influencia diretamente na capacidade de agir e conquistar. A avaliação é da pesquisadora, palestrante e escritora Alice Schuch.

A mítica frase “Senhor, livrai-me das tentações, mas não hoje”, lembra Alice, é atribuída a Santo Agostinho, personagem nascido no dia 13 de novembro do ano 354, mas torna-se bem atual no dia a dia quando as coisas desejadas não acontecem e agem de qualquer modo contra, precipitando efeitos indesejados.

“Muitos de nós sabem o escopo que quer atingir, no entanto, agem de modo a obter resultado diverso, pensando não ser um problema porque de qualquer feito, já tendo visualizado a meta, sabendo o que e como fazer, acredita não ser importante a ação imediata, esquecendo que as paredes são feitas de tijolos, isto é, das pequenas ações diárias. E ainda que a vida passa, os tijolos foram postos naquele modo, o cimento secou, agora estão endurecidos e toda a realidade se move em consequência de como colocamos as pequenas ações de cada dia, por anos a fio”, ilustra Alice Schuch.

O que realmente importa para cada um é centrar a única vida sem perda de tempo: encontrar-se, compreender-se, formar-se e agir. Buscar, com base na inteligência e constituição natural, formar uma identidade útil e funcional a si no ambiente onde se vive. Isso significa capacitar-se buscando sempre com alegria o progresso e a realização pessoal.

“A curiosidade não envelhece, experimentar-se é a resposta imediata às circunstâncias, adversas ou mesmo providenciais que se encontra”, completa a palestrante.

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